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À Boleia da Sofia

À Boleia da Sofia

31
Out23

Manifesto de plenitude para criar filhos

Sofia

Antes de mais quero que saibas que és amado e amável.

Vais aprender isto a partir das minhas palavras e ações- as lições sobre amor nada mais são, do que a forma como te trato e me trato a mim mesma.

Quero que abordes o mundo sob a prespectiva do merecimento. 

Vais aprender que és digno de amor, pertença e alegria, de cada vez que me vires praticar autocompaixão e aceitar as minhas próprias imperfeições.

Vamos praticar a coragem na nossa familia ao aparecermos , deixarmos que nos vejam e honrando a vulnerabilidade.

Vamos partilhar as nossas histórias de dificuldades e forças. 

Vamos ensinar-te o valor da compaixão, praticando-a primeiro connosco e depois uns com os outros.

Vamos estabelecer e respeitar os limites; vamos honrar o trabalho árduo, a esperança e a preserverança.

O descanso e a diversão serão valores familiares.

Vais aprender sobre a responsabilização e respeito ao ver-me cometer erros e corrigi-los, e vendo como peço aquilo que preciso e falo sobre como me sinto.

Quero que conheças a alegria, para praticarmos a gratidão juntos.

Juntos, vamos chorar e enfrentar o medo e o sofrimento. Eu vou querer fazer desaparecer a tua dor, por isso vou sentar-me contigo e ensinar-te a senti-la.

Vamos rir, cantar, dançar e criar. Teremos sempre permissão para sermos nós próprios uns com os outros. Aconteça o que acontecer, vais sempre pertencer aqui.

                                                                                                             Coragem de ser imperfeito, Brené Brown

 

30
Out23

Quando pensamos que os livros não nos podem surpreender mais.

Sofia

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Hoje foi dia de conhecer a livraria Bruaá!

Os livros oferecem-nos tantas possibilidades; simples leituras, leituras encenadas, dramatizações, ilustrações, canções, etc...

Pensava já ter visto todas as formas de leitura. Quando, na página da livraria Bruaá vejo que, dia 28 de outubro, se iria realizar um Concerto de Leitura e, como curiosa que sou, e tudo o que diz respeito a livros e seus derivados capta a minha atenção, inscrevi-me e fui. A caminho de lá pensava "Deverá ser uma leitura musicada, talvez", e quando estaciono, vejo um grupo de jovens a retirarem instrumentos musicais da mala do carro, pensei "É isto mesmo!", e dirigi-me à livraria.

Assim que entro, deparo-me com um espaço lindíssimo, elegante, contemporâneo, e acolhedor. Sento-me e aguardo o ínicio do Concerto.

Nada de músicos. Sobre uma cortina preta, Miguel Gouveia (viria a saber o nome no fim do Concerto) faz uma breve introdução ao que iria acontecer a seguir. Esqueci-me de dizer lá atrás que o Concerto tinha intitulava-se de «Palomar», de Italo Calvino. E foi aqui que percebi que não iria haver concerto, mas sim leitura de alguns capitulos do livro Palomar de Italo Calvino. O Concerto foi uma experiência única, em cada página e palavra entoada e vivida, viveu-se e criou-se a imagem em cada ouvinte, em cada leitor.

Nunca deixar de aprender e partilhar são dois dos verbos que tento colocar em prática todos os dias.

Cá vai então, o conceito Concerto de Leitura, trazido por Rubem Alves, onde afirma que qualquer texto é uma partitura musical. As palavras são as notas e são lidas como partituras. Quem lê, é um artista que desliza sobre as palavras. E o texto apodera-se da mente de quem ouve.

E acontecerá com a leitura o mesmo que acontece com a música: depois de termos sido tocados pela sua beleza, é impossível esquecer. A leitura é uma droga perigosa: vicia. 

                                                                                                                    O prazer da leitura - Rubem Alves

 

Quando pensamos que os livros não nos podem surpreender mais, a verdade é que podem, e ainda bem. 

Deixo o convite à visita da livraria Bruaá edição e design | Quando os livros nos falam... (bruaa.pt), situada no Convento São Francisco em Coimbra.

 

Boa semana!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

20
Out23

O monstro das cores, Anna LIenas

Sofia

 

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E se as emoções tivessem cor? É isto que a amiga do "monstro " vai explicar. De uma forma bem divertida, o Monstro das cores, ensina através de uma abordagem simples, que somos seres emocionais e que cada emoção como, a alegria, a tristeza, a raiva, o medo, a calma, têm uma cor, que a identifica. Mostrando que todas elas são importantes e que existem em determinado momento. 

O monstro das cores não sabe o que está a sentir. Tem as emoções numa grande confusão e agora tem de desfazer esta embrulhada. Será que consegue pôr ordem na alegria, na tristeza, na raiva, no medo, na calma?

 

Trata-se de um livro pequeno, que de certeza irá apaixonar os mais novos com as suas cores fortes e alegres, ao mesmo tempo que trará aos adultos o olhar sobre as emoções, as nossas, que tantas vezes se esquecemos de regular. Sou  apaixonada por histórias e contos infantis, na verdade elas servem muitas vezes de pano de fundo, para muitas das minhas reflexões.

 

Bom fim de semana!😉

 

 

 

 

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